6.5.08

Agora compreendo por que não te queria olhar de frente. De que me serve querer o sol, se sei que não o posso ter?

4.5.08

Luz de Maio

Quando te foste embora, o Inverno desceu sobre mim. O tempo passou e agora recordo-te como luz. Ele não pára, mas tudo cura, até mesmo a dor mais profunda. Continuo a lembrar-te. És a minha luz. Sempre e para sempre.

15.4.08

Sinto-me como um vagabundo que vagueia pelo apeadeiro da desilusão, à espera de um comboio que sabe que nunca vai chegar.

8.4.08

Não fui talhado para a existência. Sou metade do que sou e não gosto do que vejo ao espelho todos os dias de manhã.